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por Marina Klink

Este é Don Manolo - Uma simpatia! Um autêntico colombiano, orgulhoso por ser proprietário e gestor da Finca Don Manolo em Pereira, Risaralda - Colômbia. Seu filho, Manoelito, é mestre de torra qualificado e trabalha com o pai. Pai e filho nos acompanharam na visita à propriedade que conta com todo o processo - do plantio à venda direta, e tem a venda da produção garantida pela Federación Nacional de Café. Foi muito bom conhecê-los. Agradecemos pelo carinho! #cafeicultor #cafeicultura #café #cafes #caffe #cafe #pereira #colombia #risaralda #VamosLatam

17 de agosto de 2017

Este é Don Manolo – Uma simpatia!
Um autêntico colombiano, orgulhoso por ser proprietário e gestor da Finca Don Manolo em Pereira, Risaralda – Colômbia.
Seu filho, Manoelito, é mestre de torra qualificado e trabalha com o pai.
Pai e filho nos acompanharam na visita à propriedade que conta com todo o processo – do plantio à venda direta, e tem a venda da produção garantida pela Federación Nacional de Café.
Foi muito bom conhecê-los.
Agradecemos pelo carinho!
#cafeicultor #cafeicultura #café #cafes #caffe #cafe #pereira #colombia #risaralda #VamosLatam

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por Marina Klink

Uma tarde na fazenda Santa Monica (MG)

29 de junho de 2016

Fazia frio e ainda estava escuro. Aos poucos foi se formando o grupo composto por clientes da empresa, vindos de várias localidades do Brasil e que se reuniu para seguir viagem à Fazenda Santa Monica, que fica no Município de Machado, no interior de Minas Gerais.

O ponto de encontro foi no Depósito de Distribuição do Café Santa Monica na região norte de São Paulo. Quando os últimos convidados finalmente chegaram, já estava acontecendo o serviço de cafés e cappuccinos, acompanhado de uma mesa de sanduíches. Às 6h45 embarcávamos no ônibus fretado pela empresa enquanto o dia clareava. Seguimos viagem pela rodovia Fernão Dias.

Para a maioria dos convidados o objetivo era conhecer de perto o fornecedor do produto que diariamente servem em seus estabelecimentos. O meu foco nesta viagem era entender melhor como a fazenda Santa Monica ano a ano vem ultrapassando seus índices de produtividade sem aumentar a área plantada, os cafés arábica entre Catuaí amarelo e Mundo Novo Acaiá, e ainda melhorar a sua classificação acima de 82 pontos.

Nossa primeira parada foi cerca de 2 horas de estrada após sairmos de São Paulo na lanchonete Leitão à Pururuca. Nesse instante já começávamos a entrar no clima da viagem.

Já eram mais de 11h30 quando desembarcamos na COOPAMA – Cooperativa Agrícola de Machado, entidade responsável por parte sucesso dos resultados obtidos naquela região.

Cafe
Cafe

Logo na entrada da cooperativa seria feita a clássica foto oficial dos visitantes. Não resisti e lá fui eu dar meus pitados, organizando a turma toda para que a foto ficasse boa. Dai pra frente senti que mais ou menos o grupo foi percebendo meu estilo de viajar.

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Por estar sempre viajando sozinha ou em turma, sei da importância de um grupo se sentir um grupo, e não viajantes solitários conduzidos por um mesmo veículo. Alguém tem que quebrar o gelo. As pessoas têm que falar umas com as outras e se conhecer. Acho que daí pra frente foi surgindo uma certa liga entre os passageiros.

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A apresentação do trabalho da cooperativa foi feita por André Barros dos Santos, que mostrou a importância do sua participação para mais de 2000 cooperados produtores de café daquela região. A cooperativa recebe os grãos dos produtores, que são analisados tecnicamente no recebimento do lote através de amostras. As amostras são torradas e, após esse processo, é feita a degustação técnica para sua classificação. Nos galpões da COOPAMA, os grãos são separados, e uma vez identificados pela avaliação, é colocado o nome de seu produtor e as sacas ou Big Bags descansam por um ano antes de serem comercializados. As sacas embalam 60kg e as Big Bag comportam até 1600kg.

Para se ter uma ideia, a COOPAMA chega a beneficiar cerca de 12 mil toneladas de café por safra.

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Após a apresentação da entidade, fizemos uma de prova de café. Muitos se surpreenderam com a diferença de aroma entre os cafés Duro, Mole, Rio e Mercado.

Nosso almoço foi no Pesqueiro Peixe Vivo antes de seguirmos para a Fazenda. Arthur Moscofian Jr., o proprietário nos deu as boas vindas na porteira da Santa Monica. Com orgulho explicou que sua propriedade de 62 alqueires é resultado da união de 3 antigas fazendas. Hoje, conta com meio milhão de pés de café, dividido em Catuaí e Mundo Novo.

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Com sabedoria, Moscofian separou a produção em 7 setores, e exatamente o que hoje está próximo à entrada, é o chamado Safra Zero. Para explicar o que isso significa, é que este ano o setor está descansando, se preparando para produzir apenas na safra do próximo ano. Nesse processo são feitas podas laterais e superiores para provocar o aumento considerável dos ramos, o que potencializa a produtividade no ano seguinte. Por coincidência ou fato, a Fazenda Santa Mônica tem ultrapassado todos os índices de produção, sem aumentar a área plantada.

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A preocupação de Moscofian no preparo do solo é vista ao longo de toda a plantação, sempre coberta de palha de café. Ao levantarmos as saias dos pés de café, é possível ver fragmentos de cascas de laranja, o que fará melhoria no sabor dos frutos das próximas safras e chega a transparecer nos cuidados com a vida local.

 

 

Antes de tudo, o respeito com a natureza

A família Moscofian lança mão da tecnologia sem se esquecer da ecologia. Na propriedade planta frutas para consumo exclusivo das aves e as bananeiras alimentam os macacos Bugio. As Jararacas também tem sua vez, porque se alimentam de ratos que ocasionalmente se mostram interessados pelos 200 km de canos usados  para a irrigação da propriedade.

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O conjunto das boas práticas em suas ações refletem em sua produção. Para se ter uma ideia, a quantidade de açúcar de um fruto esta é avaliada em BRIC, que quanto mais doce, maior seu percentual. O açúcar no café no Brasil tem um BRIC médio de 18% e, comparativamente, na Colomba a doçura varia entre 18% a 23%. Imaginem que na Fazenda Santa Monica o BRIC varia entre 25% a 35%.

 

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No pátio de secagem, uma área cimentada de 7000 m², é feita a secagem dos grãos. O piso absolutamente limpo imprime a qualidade da Fazenda Santa Mônica. Os grãos, ainda com casca, permanecem por 3 dias descansando. Após quarto dia, são revirados 30 vezes. Em seguida, passam por um processo de trabalho local de 7 fases. Do pátio vão para o secador rotativo e de lá para a tulha.

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Desta forma, o açúcar da casca passa para os grãos criando um café mais doce e de sabor mais intenso. Mas o empresário lembra enfaticamente que da Fazenda o café vai para um parceiro indispensável, a COOPAMA. Sem suporte comercial e técnico, sem as excelentes condições de estocagem das sacas e a ética com os cooperados, o resultado não aconteceria.

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Pelo que tenho observado nas fazendas que visito, resumo que o que vi foi uma plantação bem cuidada. As ruas entre os pés, plantados em curva e sua altura sempre uniforme e os pés vigorosos expressam o cuidado do dono.

Samta MonicaDaquela fazenda saem anualmente 8.000 sacas de café, sendo 3.500 sacas de café gourmet e 1.500 sacas de café commodities. O produto é distribuído no Brasil e o restante exportado para USA, Canadá, Grécia e China, comercializados no Brasil e no exterior com a marca Santa Monica.

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Após essa aula e tantos outros conceitos apresentados, ainda tivemos mais uma surpresa: o sol se escondia quando nos foi apresentado um novo produto, o DRIP COFFEE, que é o café filtrado servido em doses individuais com filtro descartável. O produto de sucesso no Japão e Coreia, chega ao Brasil através do Café Santa Monica. Provei e achei muito bom.

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Encerramos nossa visita juntos em torno de uma farta mesa de café, iluminada à luz de velas. A parte da iluminação não estava programada, mas aconteceu devido a falta de energia na casa.

 

IMG_1214Acho que às vezes, sem querer, vivemos experiências das quais não nos esqueceremos. E esse momento em que tomávamos café na penumbra é um deles.

 

_I Pimeira foto MG_1170Por

Marina Klink do www.1cafeeaconta.com

Viajou a convite dos Cafés Santa Mônica

 

 

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por Marina Klink

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22 de julho de 2015

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